Publicado em poesia por homem da cave, em Dezembro 20, 2006
18. Velhos
As vozes dos velhos soam antigas.
Não os vejo, nem os corpos nem os olhares
mas sei que são vozes de velhos, são intrigas
tecidas nas gargantas. São esgares vocais.
São mortais.
Quando for velhinho não quero ser nada daquilo. Referia-me a determinado tipo de velhos, e há-os de todas as idades, reconheço. Já Camões embirrava com eles, embora nessa época estivessem confinados ao Restelo.
Valeu pelo comentário. Também gostei bastante das coisas que você escreve!
[]’s
Há-os adoráveis, mas começam a rarear!
Quando for velhinho não quero ser nada daquilo. Referia-me a determinado tipo de velhos, e há-os de todas as idades, reconheço. Já Camões embirrava com eles, embora nessa época estivessem confinados ao Restelo.