Posted in poesia by homem da cave on Fevereiro 25, 2008
ela entrou no atelier
os seus passos eram justos
o pintor não fizera a barba
que sombra estranha nos olhos
segurava o copo como um escudo
tinha o violeta derramado pelo chão
violeta é uma cor tão bonita…
uma palavra tão forte.
vou te escrever ainda. andei vivendo sem o tempo, vivendo outro tempo, o não virtual. um tempo também bom, de bom trabalho. mas acho que estarei mais por aqui para ler e ecrever.
cave man
ou homem da cave
ou quem sabe se vai ver o nick cave
passei para deixar o meu link, é o meu novo blog de poesia
estou a juntar o máximo possível de links dentro deste mundo e entretanto estás linkado também
ela saiu do quarto
os seus passos eram largos
ele fizera a barba
que luz estranha nos seus olhos
pousava o copo como quem pedia para ela ficar
tinha a luz do sol derramada pelo chão
gosto da ideia do violeta pelo chão
Rendida, eu, aos seus escritos. Este, uma imagem a que não falta nada.
Os passos são tão pertubadores que o escudo feito perde todo, tudo e não só o violeta, mas o negro, ou até mesmo o branco se deixariam derramar.
Dizer bom, ótimo, é muito pouco, é muito mais que ótimo e bom juntos.
brilhante.
muito bom, o uso da interrogação que não o é.
riu-se: lilás
Um veneno como um antídoto
Aprecio particularmente a economia de meios. Menos é mais, para quem lendo recria o poema…
violeta é uma cor tão bonita…
uma palavra tão forte.
vou te escrever ainda. andei vivendo sem o tempo, vivendo outro tempo, o não virtual. um tempo também bom, de bom trabalho. mas acho que estarei mais por aqui para ler e ecrever.
(seria sombra? não seria o reflexo do violeta que estava derramado no chão?)
cave man
ou homem da cave
ou quem sabe se vai ver o nick cave
passei para deixar o meu link, é o meu novo blog de poesia
estou a juntar o máximo possível de links dentro deste mundo e entretanto estás linkado também
dois meses.
talvez um dia volte.
volta sim. não volta?
ai que assim não pode ser:(
ela saiu do quarto
os seus passos eram largos
ele fizera a barba
que luz estranha nos seus olhos
pousava o copo como quem pedia para ela ficar
tinha a luz do sol derramada pelo chão
m, és tu que moras aqui na cave?
se sim, dá um jeito a isto; se não, essa variação está francamente boa.
(m de matilde e aquilo ali em cima era uma brincadeira de mau gosto)
não vais voltar?