a cave

65.

Posted in poesia by homem da cave on Fevereiro 25, 2008







ela entrou no atelier
os seus passos eram justos
o pintor não fizera a barba
que sombra estranha nos olhos
segurava o copo como um escudo
tinha o violeta derramado pelo chão





64.

Posted in poesia by homem da cave on Fevereiro 13, 2008







o que não se vê do amor
é a morte lenta do amor

o que aproxima mais a morte é a vida
o que gela mais o corpo é a febre





63.

Posted in delírios, poesia by homem da cave on Fevereiro 6, 2008














lancetei o âmago
para testar a lâmina

não me interesso por anatomia